(The Odissey, Inglaterra/EUA, 2026)
Direção: Christopher Nolan
Elenco: Matt Damon, Anne Hathaway, Tom Holland, Charlize Theron.
Direção: Christopher Nolan
Elenco: Matt Damon, Anne Hathaway, Tom Holland, Charlize Theron.
Ao sair do seu reinado para participar da Guerra de Tróia, o militar estrategista Odisseu embarca numa aventura que envolve seres mitológicos capazes de testar suas habilidades e se afastar de sua terra. E na sua ausência, a rainha Penélope também testada pois ainda tem fé do retorno do seu marido enquanto o reinado está um caos sem a presença de Odisseu.
Antes de mais nada, A Odisseia tem que ser visto no cinema. Aqui, o mestre Nolan amplifica a experiência cinematográfica através de um trabalho técnico primoroso. A bela fotografia de Hoyte Van Hoytema usa ao máximo as belas locações da Europa ao criar o clima idílico e fantasioso mas sem perder o realismo. Aqui o Imax faz total sentido. No entanto, se filmar em Imax é uma carta na manga, também é um fator limitador pois quebrou o ritmo nas cenas de combate. Mas isso é um detalhe que não estraga a sessão. Outro destaque é a brilhante trilha sonora de Ludwig Goransson que sabe causar tensão no uso de sons tribais algo que a equipe sonora usa com maestria. O grandioso elenco tem boas interpretações em que a Samanta Morton rouba a cena como a deusa feiticeira x em um dos melhores momentos do filme. Já Tom Holland é o ponto fraco como uma atuação apagada (o que ajuda a tornar a história da sua relação com a mãe Penelope em algo desinteressa de narrativa). Mas quando o filme foca nas aventuras (ou tomentos) de Odisseu, a obra cresce. A odisseia do militar é eletrizante e suas interações com seres mitológicos da Grécia Antiga me recordou da minha infância em que filmes épicos passava bastante na sessão da tarde e eu adorava. A Odisseia mexeu na minha memória, e assistir em uma ótima sala de cinema se transformou em uma experiência imersiva e gratificante

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