segunda-feira, fevereiro 15, 2010
Oscar 2010
domingo, fevereiro 14, 2010
Destaques nos cinemas
AMOR SEM ESCALAS(Up in the Air, EUA, 2009) de Jason Reitman
Drama. Funcionário responsável em "remanejamento de pessoal", ou seja, demitir sem traumatizar o empregado, só tem olhos em aumentar as suas milhas aéreas.
INVICTUS(Invictus, EUA, 2009) de Clint Eastwood
Drama. O presidente da África do Sul, Nelson Mandela, percebe que pode contornar os conflitos sociais do seu país em conta da campanhia do seu time de rugbi na copa do mundo.
GUERRA AO TERROR(The Hurt Locker, EUA, 2008) de Kathryn Bigelow
Drama. Militar americano especialista em desarmar bombas vive o inferno de sua profissão na Guerra do Iraque contra os ataques de extremista da região.
A FITA BRANCA(Das weiße Band, Áustria, Alemanha, França, Itália, 2009) de Michael Haneke
Drama. Acontecimentos bizarros acontecem num vilarejo do interior da Alemanha em 1914 na qual os filhos dos habitantes são as maiores vítimas.
EDUCAÇÃO(An Education, Inglaterra, 2009) de Lone Scherfig
Drama. Adolescente em uma fase decisiva em sua vida fica dividida entre a carreira acadêmica ou jogar tudo para o alto para se envolver com um homem mais velho.
O MENSAGEIRO(The Messenger, EUA, 2009) de Oren Moverman
Drama. Ferido e traumatizado pela guerra, soldado americano volta para o seu país mas ganha uma nova função no serviço militar: comunicar as mortes dos soldados para os seus familiares.
sábado, fevereiro 13, 2010
Lançamentos em DVD/Blu-Ray
INIMIGOS PÚBLICOS(Public Enemy, EUA, 2009) de Michael Mann
Drama. Agente do FBI tenta capturar um gângster que virou celebridade pela população de Chicago no auge da depressão americana.
POCILGA (Porcile, Italia/França, 1969) de Pier Paolo Pasolini
Drama. Duas estórias: na idade média, um homem come tudo que vê pela frente; e na atualidade, filho de um industrial decide viver com os porcos.
VERONIKA QUER MORRER(Veronika Decides To Die, EUA, 2009) de Emily Young
Drama. Após uma tentativa de suícidio, mulher descobre que tem uma doença que lhe dá pouco tempo de vida.
STAR TREK(EUA, 2009) de J. J. Abrams
Ficção científica. Capitão Kirk e cia se lançam na sua primeira aventura intergaláctica e enfrentam os romulanos que querem vingar dos terráqueos.
INFÂMIA (The Children´s Hour, EUA, 1961) de William Wyler
Drama. Duas professoras que trabalham num colégio para meninas são acusadas por uma aluna de manter uma relação que vai além de amizade.
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
Mal do Século
Num suburbio rico de Los Angeles vive a dona de casa Carol White que parece ter uma vida perfeita: uma bela e grande casa, um marido carinhoso que lhe dá mimos, um enteado que não lhe causa problemas. Diante da visão do paraíso, fatos estranhos começam a acontecer com Carol. Do nada, ela começa a sentir cansaço, falta de ar, sangramentos. Nos exames médicos diagnosticam que ela está bem e que poderia ser stress, o que lhe encaminham a um psiquiatra. Mas Carol percebe que o seu estado agrava quando entra em contato com produtos tóxicos que vai desde a fumaça do carburador de um caminhão até produtos de beleza utilizados no salão de beleza que frequenta. Diante dessa conclusão, ela decide radicalizar o seu modo de vida: deixar a rotina pomposa, glaumurosa de Los Angeles e vai passar um tempo numa comunidade localizada no deserto na qual é frequentada por pessoas que têm os mesmos problemas que Carol. 
Também intitulado como A Salvo (o seu título original é Safe), Mal do Século é um trabalho impressionante de Todd Haynes no qual considero o seu melhor filme. Com uma concepção visual incrível, o diretor utiliza imagens estáticas que exploram com precisão cirúrgica o plano de fundo dos cenários internos e externos a ponto de transformar Julianne Moore (ótima) como uma formiga perdida no cenário, uma completa alusão ao vazio existencial de Carol a um mundo que valoriza a riqueza, o materialismo, consumismo, mas também a falta de perspectiva - afinal, ela é uma dondoca que está mais preocupada em manter a casa a mais linda possível. Como de hábito, Haynes soube conduzir a parte técnica como a bonita fotografia, a montagem é bem-feita (a cena em que Carol está passando mal enquanto dirige o carro é extremamente sufocante) e a interessante trilha sonora que lembra demais Mulholland Drive - Cidade dos Sonhos (que também se passa em Los Angeles). Enfim, é um filme que tem um vigor e uma estória que cria vários pontos de vistas (bem ao estilo do diretor), que para mim é uma jornada de uma mulher que agrada mais aos outros a ponto de deixar um doloroso oco dentro de si mesma.
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Sherlock Holmes
Na Londres vitoriana, o detetive de faro apurado e de uma linha de raciocínio incrível Sherlock Holmes e o leal companheiro de investigação, o médico Watson conseguem capturar o tenebroso Lord Blackwood, responsável pela morte de cinco garotas, executadas em rituais de magia negra. Diante dos fatos, Lord Blackwood é condenado a morte, mas antes do seu inevitável fim, ele revela a Sherlock que essas mortes é o início de grandes acontecimentos. Dias depois da execução do Lord Blackwood, Sherlock e Watson recebem a inusitada notícia de que o Lord Blackwood ressuscitou e saiu vivo e caminhando no cemitério. Em conta do aspecto macabro, o sempre cético Holmes tenta desvendar esse intrigante mistério, ao mesmo tempo, tem que encarar os ciúmes que ele sente pelo grande amigo Watson que está prestes a se casar.
De tempos em tempos, Hollywood gosta de modernizar clássicos, e as obras imortais do britânico Arthur Conan Doyle não poderiam ficar de fora. Com uma copagem pop, o diretor Guy Ritchie fez um filme divertido com destaque para o carisma da dupla Robert Downey Jr. e Jude Law - que para um público de imaginação fértil pode deduzir algo além de amizade entre os dois. Bem produzido, com uma boa fotografia, uma montagem bacana (mesmo que me faça lembrar do seriado C. S. I.) e uma eclética trilha sonora (com pitadas indianas, irlandesas, tango), Sherlock Holmes me fez lembrar do filme O Enigma da Pirâmide (1985) de Barry Levinson que eu adorava quando era pequeno. E essa foi a impressão que ficou quando assisti a obra de Guy Ritchie, mas tenho vontade de rever O Enigma da Pirâmide para "desvendar" as diferenças entre os dois filmes.sexta-feira, fevereiro 05, 2010
The Rock Horror Picture Show


Uma verdadeira viagem, The Rock Horror Picture Show é um produto do seu tempo (1975), o auge do glam rock, mas que hoje está datado pelo seu ritmo irregular, e olha que às vezes o filme recorda, e muito, Moulin Rouge – Amor em Vermelho e os trabalhos de Tim Burton como O Estranho Mundo de Jack. Mas mesmo assim, vale a pena ver, rever e ouvir “Science Fiction/Double Feature” (a música da abertura) e “Sweet Transvestite”, e o trabalho fenomenal de Curry.








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